Fisiologismo é um tipo de relação de poder político em que ações políticas e decisões são tomadas em troca de favores1 , favorecimentos e outros benefícios a interesses individuais, em detrimento do bem comum

2 . É um fenômeno que ocorre freqüentemente em parlamentos, mas também no poder executivo, estreitamente associado à corrupção política. Os partidos políticos podem ser considerados fisiologistas quando apoiam qualquer governo independente da coerência entre as ideologias ou planos programáticos. (Wikipedia)

Os governos mudam e as práticas continuam as mesmas. Fazer política é diferente de ter poder.

O poder político sim, esse é o fim e os meios para alcança-lo tem que importar. Maquiavel viveu num período que qualquer coisa era melhor que aquilo, mas nós temos que evoluir. Ainda defendo a participação como meio principal para essa evolução.

Quanto mais as pessoas se interessarem e vigiarem, mais difícil fica a prática do fisiologismo, da formação dos cartéis e mensalões.

Daquela política feita apenas para satisfazer a cobiça pelo poder. Estamos de volta e acompanhando. Que os meios sejam éticos e que os fins, os que privilegiem o bem comum. Somos aquilo que acreditamos e externalizamos. No caminho para a evolução está a participação. “borá lá”.

Fabio Storari

Formado em Direito pela Universidade Padre Anchieta e com especializações em recreação e ecoturismo (UNESP) e desenvolvimento, energia e meio ambiente (USP). Um dos fundadores do NEDAJ (Núcleo de Estudos de Direito Ambiental) e Presidente do Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente (COMDEMA) nos anos 2010/2011