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O Movimento Voto Consciente Jundiaí é um movimento livre e apartidário, que trabalha em prol da educação para a cidadania, atuando em diversos projetos e ações que visam integrar os cidadãos aos acontecimentos políticos da cidade, tanto no plano executivo, quanto no plano legislativo. Com presença há dez anos na cidade, o grupo foi fundado a partir da iniciativa de segmentos da sociedade e conta hoje com aproximadamente quarenta integrantes, sendo vinte e cinco deles voluntários atuantes e demais colaboradores.

Por ser um movimento livre, o Voto Jundiaí sempre optou por não ser institucionalizado e não recebe nenhum tipo de aporte financeiro. O dinheiro para suas ações e projetos provém de financiamentos coletivos e assim permanecerá. Há alguns anos trabalha para que sua identidade não mais seja denominada ONG (Organização Não Governamental), que possui personalidade jurídica. Entre as suas principais realizações estão a avaliação de vereadores, o concurso de ideias chamado Cidadonos, o acompanhamento semanal das sessões da Câmara Municipal e os encontros de cidadania, onde milhares de jundiaienses, -principalmente escolas e faculdades – participam de palestras, oficinas, debates e bate papos sobre política.

O Voto Jundiaí é um grupo de ação e seu trabalho, anos após ano, vem conquistando e ganhando espaço e destaque, além de total credibilidade por parte da população, instituições parceiras e representantes dos principais segmentos da sociedade civil local. Em 2016 lançou a terceira edição da avaliação dos vereadores, projeto que avalia a atuação do legislativo em seu mandato vigente sob cinco indicadores (conheça em detalhes cada indicador clicando aqui). A avaliação tem por objetivo mostrar o trabalho realizado pelos dezenove representantes jundiaienses, eleitos pela população.

Pretende-se nesse processo enaltecer os feitos da Câmara de Jundiaí, estimulando assim o auxílio às questões da esfera legislativa, exercendo o direito de fiscalizar, acompanhar e cobrar os vereadores, algo totalmente legítimo numa sociedade regida pela democracia e onde a participação é a única e principal garantia de transparência e lisura.

Durante a sessão ordinária da última terça-feira, dia 4 de outubro de 2016, três vereadores manifestaram-se contra o Voto Jundiaí por discordarem da avaliação de suas legislaturas, que por uma grande coincidência ganharam as últimas posições. Na oportunidade, defendeu-se até mesmo que o movimento deveria ser impedido de avaliar os vereadores – agentes públicos, pagos com dinheiro também público, que fique bem claro.

Diante do ocorrido, o Voto Jundiaí apresenta esta nota para esclarecer e defender-se das acusações feitas. E, antes de tudo, deixa claro que acredita na importância da participação e fiscalização do Poder Público pelos cidadãos para a construção de uma sociedade melhor e mais justa.

Finalizando, esclarece também que faz parte das etapas do projeto da avaliação a apresentação, aos vereadores no início dos mandatos, dos critérios utilizados pelo movimento, além da apresentação, em evento aberto ao público, de previa dos resultados antes do fechamento dos índices globais de cada um dos parlamentares.

O envio dessa previa aos vereadores é outra etapa, em que se solicita a conferência e a revisão dos resultados, se necessário. Os dados que compõem em números os critérios são obtidos através de três diferentes fontes: portal da Câmara Municipal, os vídeos das sessões disponibilizados no mesmo portal eletrônico, além das planilhas com anotações feitas pelos voluntários de acompanhamento. As três fontes são conferidas e confrontadas para garantir a veracidade das informações.

Portanto é inaceitável e descabida a alegação de desconhecimento do processo da avaliação feita, entre os queixosos, por um dos vereadores. O movimento sempre esteve, está e estará à inteira disposição de quem quer seja para esclarecer quaisquer tipos de dúvidas que porventura surgirem sobre todos os projetos e ações por ele encabeçados. Razão pela qual repudia totalmente críticas que tenham a intenção de desqualificar e ferir a transparência do trabalho e o apartidarismo. Além, é claro, de colocar em xeque a credibilidade dos voluntários do grupo.