Para algumas pessoas, geralmente bastante confortáveis em seus carros durante o trajeto entre a casa o trabalho, os problemas da cidade passam despercebidos. Para outras, a cidade mostra, sem filtros, suas desigualdades e dificuldades a todo momento pelas janelas dos ônibus.

Enquanto para alguns Jundiaí é uma cidade insegura e abandonada, para outros – e eu me encontro entre estes – ela é satisfatória e repleta de possibilidades, mesmo com todas as suas adversidades. E ainda há muitas outras ‘Jundiaís’ entre nós.

O que quero dizer é que a concepção sobre o espaço em que vivemos é moldada a partir das nossas experiências diárias, informações acessadas e privilégios – como ter rua asfaltada, água encanada ou morar em uma região com comércios, escolas e outros serviços úteis.

Essa consciência sobre as diferentes dinâmicas dentro da cidade deveria ser óbvia e comum a todos, mas é intensamente subvertida por empreendimentos que vendem falsas sensações de segurança e conforto, dando vida à fantasmas urbanos que nos assombram diariamente.

Ao mesmo tempo, temas como mobilidade, saúde, educação e cultura continuam indignos de atenção por grande parte da população – que apesar de clamar por mudanças e depositar críticas nas redes sociais, segue inerte nos espaços de discussão pública.

Para além deste problema crônico da população, as transformações econômicas e sociais que a Jundiaí enfrentou nos últimos anos dificulta o debate ampliado e participativo, além da consequente busca por soluções para as questões comuns que permeiam a vida na cidade.

Somente a partir da reflexão sobre o espaço que ocupamos, ou em qual Jundiaí vivemos, é que vamos entender as necessidades coletivas e setoriais, assim como os caminhos para solucionar as falhas estruturais na construção da cidade e de nós mesmos, habitantes e mantenedores desse lugar.

É hora de virar a página, entender como a cidade funciona e abrir os olhos para as novas possibilidades – pois devo dizer, prezados jundiaienses, a nossa terra querida já não é mais a mesma, ainda bem!

 

Gustavo Koch é jundiaense, produtor e comunicador cultural, e está Conselheiro Municipal de Política Cultural

Para reunir apoiadores e apresentar os projetos deste ano, o Movimento Voto Consciente Jundiaí promove, no próximo dia 28 de maio, a sua já tradicional feijoada beneficente na Associação dos Aposentados de Jundiaí e Região. A arrecadação do evento, marcado para as 12h, será direcionada para o financiamento das atividades do grupo, como a impressão da Ficha Pública 2018 – instrumento de conscientização política distribuído para todos os jundiaienses. Os ingressos estão sendo vendidos a R$ 50,00 pelos voluntários.

Lívia Maria Siqueira, da área de Eventos, afirma que, como muitas das ações do Voto são virtuais, o encontro é um momento importante para o fortalecimento de laços com parceiros e com apoiadores. “Reunir a família e conversar pessoalmente sobre a prestação de contas e pessoas atingidas, por exemplo, também é importante”, declara Lívia. O jundiaiense Bruno Dal’Mora, da banda Mushgroom, ficará responsável pela parte musical do evento, diz ela. 

A feijoada, feita pelos próprios voluntários, é completa. O cardápio inclui arroz, couve, farofa, salada e, pela primeira vez, conta com opção vegetariana. O almoço beneficente de 2016, um puchero também com opção veggie, foi muito bem aceito pelo público. Cada ingresso, se acompanhado de uma caneca, dá direito a um refil de refrigerante de 350 ml, com venda de bebidas no local. 

Este é o quarto almoço beneficente promovido pelo Voto, três deles, incluindo o deste ano, realizados na Associação dos Aposentados. A entidade, que é parceira do movimento desde a sua criação, está localizada à rua 15 de Novembro 1336, no Centro. 

por Raphaella Salomão

A interação com eleitores e a fiscalização do Executivo foram dois dos temas mais discutidos em encontro realizado na última segunda-feira (20) na sede da Ordem dos Advogados do Brasil, seção Jundiaí, quando o Movimento Voto Consciente Jundiaí apresentou aos vereadores presentes os cinco critérios de avaliação do trabalho do legislativo, atualmente em sua quarta edição, e realizada desde 2007. O evento, aberto ao público, teve a presença de entidades parceiras e assessores dos vereadores que não compareceram às discussões.

Durante apresentação os vereadores Romildo Antônio da Silva (PR), Paulo Sérgio Martins (PPS) – que disse acompanhar o Voto Jundiaí “desde o início” – Antônio Carlos Albino (PSB), Cristiano Lopes (PSD), Faouaz Taha (PSDB) e Edicarlos Vieira (PSD) elogiaram o trabalho realizado há dez anos pelo Voto Jundiaí. Esse trabalho é publicado na chamada Ficha Pública, distribuída gratuitamente à população.    

Os voluntários do Voto divulgaram os indicadores que serão usados para avaliar a legislatura 2017/2020 – acessibilidade cidadã, presença nas sessões e votações, presença nas comissões internas de estudos, fiscalização do Executivo e projetos de alto impacto – bem como a metodologia utilizada para a apuração de cada resultado. No processo de apuração o grupo de voluntários dá nota aos vereadores e faz a avaliação para que as pessoas, a partir disso, possam selecionar melhor os seus representantes e conhecer o trabalho dos parlamentares.

Sobre a fiscalização do Executivo, que é uma das principais atribuições do cargo de vereador, o Voto foi questionado  sobre a possibilidade de incluir, como forma de pontuação para o critério de avaliação, os ofícios encaminhados à Prefeitura, que nem sempre demandam a necessidade de um requerimento – documento oficial para pedido de informação ao prefeito sobre questão de eventual interesse público. O vereador Antônio Carlos Albino (PSB), um dos interessados no assunto, perguntou se o ofício, também enviado ao Executivo, não seria uma forma mais rápida de se obter a informação pretendida. 

Foi explicado pelos voluntários que o princípio básico da avaliação da fiscalização do Executivo é o da publicidade, ou seja, toda e qualquer informação requerida pelo parlamentar precisa constar em registro aberto e com acesso ao cidadão, o que não acontece com o ofício, e sim com o requerimento. De qualquer forma o Voto se dispôs a pensar conjuntamente uma maneira de passar a considerar os ofícios, caso os vereadores sistematizem alguma forma de disponibilidade e acesso às informações neles constantes.

Durante o evento surgiram também dúvidas quanto ao indicador de acessibilidade cidadã, criado para avaliar a interação dos vereadores com seus eleitores e com os cidadãos em geral, através de canais e redes existentes na Internet. “Serão consideradas para pontuação neste critério, as atualizações semanais realizadas nas redes sociais dos legisladores, tais como Facebook, Instagram e Twitter, explicou o voluntário José Panzarin”. 

Questionados também sobre o que seria levado em consideração nas inserções na web, os voluntários explicaram que não apenas para este critério, mas para todos os outros, a metodologia criada para apuração leva em conta resultados objetivos e quantitativos. “Não é possível o julgamento pelo mérito, por exemplo, da qualidade de postagens realizadas, vez que isso poderia levar a interpretação de partidarismo político, o que é contra os princípios do Voto”, disse outro voluntário.


Alto impacto

Em relação aos projetos de alto impacto, as principais dúvidas e questionamentos recaíram sobre a pontuação e despontuação por ações diretas de inconstitucionalidade das matérias, bem como parecer desfavorável dado pela Comissão Interna de Constituição e Justiça da Câmara. Para pontuar no critério, segundo os voluntários, é preciso que o projeto apresentado pelo vereador, além de ser de alto impacto – quando modifica significativamente a vida da cidade e dos cidadãos – não seja considerado ilegal ou inconstitucional pelo área jurídica da Câmara e também pelo Executivo. Projetos de baixo impacto não recebem pontuação. São aqueles que não modificam a vida da cidade e dos cidadãos, tais como denominações de rua , homenagens e instituição de datas comemorativas, entre outros.         

Foram levantadas dúvidas, em menor escala, a respeito da pontuação por presença do vereador no início e no fim das votações nas sessões. Chamou-se atenção também para a necessidade de se repensar o espaço do Grande Expediente – hoje praticamente subaproveitado durante as sessões ordinárias – e que deveria ser o momento ideal para prestação de contas do trabalho realizado pelos vereadores fora das esferas da Câmara.

Houve consenso, por outro lado, que na atual legislatura as atas das comissões temáticas, que são internas para estudo dos projetos apresentados à mesa diretora, foram disponibilizadas este ano em maior número no site da Câmara. Na legislatura anterior esse acesso ficou bastante prejudicado. 


Transparência

Todos os pontos ainda passíveis de melhorias e apontados pelos vereadores foram anotados pelos voluntários presentes ao evento, sendo firmado compromisso de abertura para o diálogo em busca de garantir – a cada legislatura – maior transparência e atendimento aos protocolos internacionais da Lei de Acesso à Informação. Ao final foi lido por uma das voluntárias a apuração dos tempos de paralisação ocorrida nas sessões em 2016, a ser divulgada pelo Voto. A paralisação é fruto de grande preocupação do Voto, vez que desestimula a participação do cidadão. 

No encerramento do encontro o presidente da OAB Jundiaí, Airton Bressan, agradeceu a presença dos voluntários e vereadores e reforçou a  importância do trabalho realizado em parceria com as diversas entidades que  exercem a função fiscalizatória dos poderes legislativo e executivo. Compareceu também ao evento o vereador Roberto Conde (PRB), que defendeu mais objetividade e mais concisão no momento em que os vereadores se manifestam em plenário.

Por Claúdia Müller

Desde 2009, o Movimento Voto Consciente Jundiaí avalia o grau de transparência do site oficial da Câmara Municipal da cidade. O propósito é que a avaliação sirva como indicador sobre como o legislativo municipal trabalha com a disponibilização de informações para a população, uma das responsabilidades principais com a qual os órgãos públicos devem se preocupar.

Ao longo dos anos, foram fixados 20 critérios que dizem respeito a exigências básicas sobre participação e controle social, transparência ativa e dados abertos. A partir de 2012, com a Lei de Acesso à Informação em vigor, o movimento adequou a metodologia da avaliação de modo a incorporar as demandas de um governo aberto[1]. Para a edição de 2014-2015, o movimento novamente constatou a necessidade de aperfeiçoar a avaliação, tendo em vista a existência de algumas incongruências ainda presentes no trabalho.

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De modo a tornar a avaliação anual ainda mais coerente com esta ação de constante verificação de dados, foram realizadas novas alterações metodológicas no formato de cálculo da nota final, de modo a melhor capturar eventuais nuances que não seriam percebidas no antigo método de cálculo de nota.

Abaixo, abordamos os dois problemas identificados na antiga avaliação e o modo escolhido para resolver tais questões.

1 – Uma nota 0 em algum dos 4 subitens gerava nota 0 para o item todo.

Como era: Todos os 20 aspectos necessários para que o site seja considerado transparente são avaliados em 4 subitens:

A – O dado existe? (0 ou 1)

B – O dado está atualizado? (0 ou 1)

C – O dado está completo? (0 ou 1)

D – O dado está publicado em formato legível por máquina e disponibilizado para download? (0 ou 1)

Antigamente, a nota total do item era dada pela seguinte formula:

A * B * C * D = Nota do item

Qual o problema: Essa metodologia acaba fazendo com que no caso de um dos quatro subitens ser 0 as nuances são perdidas.

Por exemplo. Imagine que em 2015 os dados existissem, mas não estivessem nem atualizados, nem completos, nem publicados de acordo com o que o item D exige. Identificando isso, para 2016 a prefeitura hipotética do exemplo investiu em melhorias, e fez com que agora os dados estivessem completos e atualizados, mas ainda não disponíveis para download. Em ambas as avaliações a nota seria 0.

A solução escolhida: A fórmula foi alterada para a seguinte:

(A + B + C + 2*D)/5

Deste modo, encerra-se a interdependência de nota dos 4 itens, mas mantém-se a cobrança de melhorias no item D que, historicamente, é ignorado pelas prefeituras quando falamos em transparência.

2 – As divergências entre avaliações dos avaliadores não eram muito bem tratadas

Como era: Todos os anos escolhemos pelo menos 4 avaliadores independentes que avaliam cada um dos 20 itens, em seus 4 subitens. Naturalmente, acabam surgindo pequenas divergências entre o que cada um deles encontra, entende como atualizado ou completo.

Qual o Problema: Entretanto, antes, a nota binária a ser escolhida era decidida por maioria simples. O que mais aparecesse era tomado como verdade, sem permitir-se fracionamento de notas.

A solução escolhida: Foi criada uma faixa extra de nota, de acordo com as notas binárias dadas pelos avaliadores:

Nota 1 = Média das notas > 0,75

Nota 0,5 = 0,75 > Média das notas > 0,25

Nota 0 = 0,25 > Média das notas

Deste modo, a nota passa a capturar de modo mais completo a percepção dos avaliadores.

Acreditamos que a nova metodologia expressa mais adequadamente a nossa proposta de consolidar a avaliação como um indicador seguro do grau de transparência do site da Câmara Municipal. Com as novas mudanças, caminhamos para uma estabilização metodológica. Além disto, pretendemos utilizar a mesma metodologia para a edição de 2016, a ser lançada ano que vem.

[1] Saiba mais: http://www.governoaberto.cgu.gov.br/a-ogp/o-que-e-governo-aberto.

planilha-final-avaliacao-site-camara-municipal-2014-2015

A voluntária explica aos vereadores e aos munícipes presentes à sessão a dinâmica do trabalho desenvolvido pelo Voto

A voluntária explica aos vereadores e aos munícipes a dinâmica do trabalho desenvolvido pelo Voto

Representante do Voto Consciente de Jundiaí fez uso da palavra no horário destinado à Tribuna Livre da Câmara  Municipal de Jundiaí e agora reativada após o período eleitoral, para falar sobre a passagem dos 10 anos do movimento completados no mês de setembro. Márcia Pires, uma das coordenadoras do grupo, fez questão, porém, de incluir em seu pronunciamento um ataque considerado injusto pelos voluntários do Voto e registrado na sessão ordinária do último dia quatro de outubro, durante o horário destinado ao Grande Expediente. A investida foi capitaneada principalmente por um vereador e teve seu coro engrossado por outros dois, todos eles coincidentemente detentores dos últimos lugares em avaliação de desempenho registrada pela Ficha Pública 2016, que mostra o perfil de todos os candidatos locais às eleições, suas ideias e compromissos com metas para os próximos anos.

Ao mesmo tempo em que descreveu com detalhes a postura do Voto em relação ao ataque sofrido – o parlamentar em questão chegou a dizer que o movimento deveria ser impedido de avaliar os vereadores! – Márcia fez questão de agradecer, em nome dos voluntários, aqueles que prestaram solidariedade ao trabalho desenvolvido pelo grupo (ver Nota de esclarecimento ao cidadão jundiaiense no site http://votoconscientejundiai.com.br/).

São eles: vereador Gustavo Martinelli (PSDB) por requerimento encaminhado no dia 27 de setembro à presidência da Câmara em que felicita o movimento pela passagem de seus 10 anos; José Adair (PHS), que sempre que possível manifesta apreço pelo Voto e vereadora Marilena Negro, do PT, que nunca se furtou a fazer avaliações, sejam elas positivas ou negativas, mas sempre com palavras de apoio e colaboração.

Por fim a voluntária agradeceu também os vereadores Paulo Malerba (PT) e Rafael Antonucci (PSDB) que, por ocasião das acusações utilizaram o mesmo Grande Expediente para defender a causa do Voto, demonstrando que compreenderam perfeitamente a avaliação publicada da Ficha Pública 2016 e a importância disso como contribuição para que o cidadão possa votar de forma consciente. Veja mais no link: https://www.youtube.com/watch?v=S2O3v3WgOpM

Tarcísio, Galdino e Walmor: reencontro de antigos rivais com grande representatividade em Jundiaí

Tarcísio, Galdino e Walmor: reencontro de antigos rivais com grande representatividade em Jundiaí

No momento em que o Legislativo de Jundiaí se renova com a eleição de dez novos vereadores para o mandato 2017/2020, a Câmara de Jundiaí reservou na última terça-feira (02) uma pausa nas discussões políticas, agora sob os holofotes da disputa para prefeito em segundo turno. O encontro, realizado pela manhã, reuniu ex-vereadores veteranos no plenário que marcaram presença na Casa. Antonio Galdino, Tarcísio Germano de Lemos e Walmor Barbosa Martins, que também foi prefeito duas vezes, serão personagens de projeto da Câmara que pretende registrar a biografia de todos os parlamentares que passaram pelo Legislativo local.

O encontro aconteceu em clima de camaradagem entre os veteranos, “adversários políticos ferrenhos,
mas não inimigos” , segundo Tarcísio, de 86 anos.  O ex-vereador reforçou a importância do debate de alto nível na Casa numa época em que, segundo ele, a política reflete intolerância entre opiniões opostas. Tarcísio foi vereador por nove mandatos e passou pelos partidos PTN, PDC, PSD, MDB e PMDB, enquanto que Galdino (84), ainda filiado ao PT e para quem “a política é uma arte que não pode ser feita de maneira rasteira”, cumpriu seu mandato por três vezes consecutivas (1960/1963; 1997/2000 e 2001 a 2004).

Os três veteranos legislaram conjuntamente em uma época difícil, nos tempos de chumbo da ditadura militar. Walmor Barbosa Martins (86), que foi vereador por três mandatos (1956/1959; 1960/1963 e 1964/1969) e prefeito (1969/1973 e 1989/1992), não é mais filiado a qualquer partido. Ele, que  pertenceu ao PL e ao PSP, elogiou a coragem de Galdino nos anos de ditadura. E disse não ter interesse em voltar à ativa porque, na sua opinião, “os políticos transformaram ideologia em profissão”. A visita dos ex-vereadores teve início com uma conversa informal no salão nobre – área das “sessões secretas naquele tempo”, brincou Tarcísio, para quem Galdino era de esquerda e ele e Walmor de “centro”.  Os veteranos voltaram no tempo olhando fotografias antigas e relembrando os fatos políticos que fizeram a história de Jundiaí.

Novos vereadores

Enquanto os ex-parlamentares contam suas histórias e experiências, a Câmara de Jundiaí prepara-se para fechar os trabalhos do ano e receber os novos vereadores eleitos no pleito do dia dois de outubro. São eles: Wagner Tadeu Ligabó (PPS), Dika Xique-Xique (PR), Romildo Antonio (PR), Cristiano Lopes (PSD), Douglas Medeiros (PP), Cícero da Saúde (PROS), Antônio Carlos Albino (PSB), Edicarlos Vieira (PSD), Arnaldo da Farmácia e Faouaz Taha (PSDB).

Reeleitos, permanecem na Casa: Gustavo Martinelli (PSDB), o mais votado, Leandro Palmarini (PV), Paulo Sérgio Martins (PPS), Marcelo Gastaldo (PTB), Márcio Cabeleireiro (PMDB), Rogério Ricardo da Silva (PHS), Valdeci Delano (PTB), Pastor Roberto Conde (PRB) e Rafael Antonucci (PSDB). Dentre os nomes que não conseguiram a reeleição estão o pastor evangélico Dirlei Gonçalves (PV), um dos mais votados em 2012, e Gerson Sartori (PSD), atual líder de governo na Câmara.

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O Movimento Voto Consciente Jundiaí é um movimento livre e apartidário, que trabalha em prol da educação para a cidadania, atuando em diversos projetos e ações que visam integrar os cidadãos aos acontecimentos políticos da cidade, tanto no plano executivo, quanto no plano legislativo. Com presença há dez anos na cidade, o grupo foi fundado a partir da iniciativa de segmentos da sociedade e conta hoje com aproximadamente quarenta integrantes, sendo vinte e cinco deles voluntários atuantes e demais colaboradores.

Por ser um movimento livre, o Voto Jundiaí sempre optou por não ser institucionalizado e não recebe nenhum tipo de aporte financeiro. O dinheiro para suas ações e projetos provém de financiamentos coletivos e assim permanecerá. Há alguns anos trabalha para que sua identidade não mais seja denominada ONG (Organização Não Governamental), que possui personalidade jurídica. Entre as suas principais realizações estão a avaliação de vereadores, o concurso de ideias chamado Cidadonos, o acompanhamento semanal das sessões da Câmara Municipal e os encontros de cidadania, onde milhares de jundiaienses, -principalmente escolas e faculdades – participam de palestras, oficinas, debates e bate papos sobre política.

O Voto Jundiaí é um grupo de ação e seu trabalho, anos após ano, vem conquistando e ganhando espaço e destaque, além de total credibilidade por parte da população, instituições parceiras e representantes dos principais segmentos da sociedade civil local. Em 2016 lançou a terceira edição da avaliação dos vereadores, projeto que avalia a atuação do legislativo em seu mandato vigente sob cinco indicadores (conheça em detalhes cada indicador clicando aqui). A avaliação tem por objetivo mostrar o trabalho realizado pelos dezenove representantes jundiaienses, eleitos pela população.

Pretende-se nesse processo enaltecer os feitos da Câmara de Jundiaí, estimulando assim o auxílio às questões da esfera legislativa, exercendo o direito de fiscalizar, acompanhar e cobrar os vereadores, algo totalmente legítimo numa sociedade regida pela democracia e onde a participação é a única e principal garantia de transparência e lisura.

Durante a sessão ordinária da última terça-feira, dia 4 de outubro de 2016, três vereadores manifestaram-se contra o Voto Jundiaí por discordarem da avaliação de suas legislaturas, que por uma grande coincidência ganharam as últimas posições. Na oportunidade, defendeu-se até mesmo que o movimento deveria ser impedido de avaliar os vereadores – agentes públicos, pagos com dinheiro também público, que fique bem claro.

Diante do ocorrido, o Voto Jundiaí apresenta esta nota para esclarecer e defender-se das acusações feitas. E, antes de tudo, deixa claro que acredita na importância da participação e fiscalização do Poder Público pelos cidadãos para a construção de uma sociedade melhor e mais justa.

Finalizando, esclarece também que faz parte das etapas do projeto da avaliação a apresentação, aos vereadores no início dos mandatos, dos critérios utilizados pelo movimento, além da apresentação, em evento aberto ao público, de previa dos resultados antes do fechamento dos índices globais de cada um dos parlamentares.

O envio dessa previa aos vereadores é outra etapa, em que se solicita a conferência e a revisão dos resultados, se necessário. Os dados que compõem em números os critérios são obtidos através de três diferentes fontes: portal da Câmara Municipal, os vídeos das sessões disponibilizados no mesmo portal eletrônico, além das planilhas com anotações feitas pelos voluntários de acompanhamento. As três fontes são conferidas e confrontadas para garantir a veracidade das informações.

Portanto é inaceitável e descabida a alegação de desconhecimento do processo da avaliação feita, entre os queixosos, por um dos vereadores. O movimento sempre esteve, está e estará à inteira disposição de quem quer seja para esclarecer quaisquer tipos de dúvidas que porventura surgirem sobre todos os projetos e ações por ele encabeçados. Razão pela qual repudia totalmente críticas que tenham a intenção de desqualificar e ferir a transparência do trabalho e o apartidarismo. Além, é claro, de colocar em xeque a credibilidade dos voluntários do grupo.

Acompanhado pelo público, o enterro da cápsula foi feita por integrantes do Voto, entre eles a voluntária Márcia Pires (foto)

Acompanhado pelo público, o enterro da cápsula foi feita por integrantes do Voto, entre eles a voluntária Márcia Pires (foto)

O Movimento Voto Consciente Jundiaí recebeu, no último domingo (18) um público interessado na prática da cidadania para comemorar a passagem dos seus 10 anos de existência. Os que compareceram à festa, realizada no Parque da Cidade, participaram de várias atividades organizadas pelos voluntários do movimento, entre elas um café da manhã, um passeio que reuniu dezenas de ciclistas e apresentação do Conjunto de Música Popular da Escola de Música Jundiaí. Jogos com integrantes do Fast Food da Política, que incentivaram de forma lúdica discussões sobre o bom uso do voto, despertaram o interesse dos visitantes.

A grande atração, porém, foi  o enterro de uma cápsula do tempo que guarda, entre outros objetos, um exemplar do dia do Jornal de Jundiaí Regional com o intuito de retratar o momento político, econômico e social da cidade e os “sonhos” dos jundiaienses para 2026, quando a caixa será aberta. Os “sonhos”, segundo a coordenadora de Eventos Lívia Maria Siqueira, foram coletados através de e-mails e mídias sociais e sugerem desde alimentação saudável para a comunidade até melhorias para o transporte no Município.

Durante o evento – que incluiu o plantio de uma árvore, o corte do bolo de aniversário e exibição da bateria da Escola de Samba Leões da Hortolândia – foram distribuídos exemplares da Ficha Pública, elaborada pelos voluntários do Voto. A ficha, que registra os compromissos dos candidatos às eleições de outubro, traz também, entre outros assuntos, uma avaliação dos vereadores de Jundiaí no mandato 2012/2016, resultante de rigoroso acompanhamento semanal nas sessões ordinárias da Câmara para fiscalizar o trabalho do Legislativo.

Programação no Parque ao longo do dia prevê várias atividades

Programação no Parque ao longo do dia prevê várias atividades

O Movimento Voto Consciente Jundiaí comemora neste domingo (18) seus 10 anos de estímulo à cidadania no Município com uma grande festa no Parque da Cidade. A programação será aberta com uma bicicletada logo pela manhã, tendo como ponto alto a introdução de uma cápsula do tempo em um dos pontos privilegiados do parque. O evento, aberto e gratuito para toda a família, prevê ainda a distribuição da Ficha Pública 2016, elaborada pelos voluntários do Voto, e que registra os compromissos dos candidatos às eleições de outubro permitindo a cobrança popular.

As demais atividades logo após a bicicletada, com início previsto para as 8h no portão principal do Jardim Botânico e término no Parque da Cidade, estão assim definidas: apresentação às 10h apresentação de Jazz com o Conjunto de Música Popular da Escola de Música Jundiaí com regência da maestrina Cláudia Feres, seguida do plantio da Árvore da Cidadania e do enterro da cápsula do tempo. Das 11 às 14h serão realizados jogos com os integrantes do Fast Food da Política, uma maneira divertida de se abordar o tema. Durante a comemoração os integrantes do Voto, usando camisetas do evento, poderão comentar e orientar sobre o conteúdo da Ficha Pública, que também traz informações sobre o que faz um vereador e um prefeito. Da mesma forma tira dúvidas, entre outras, sobre voto branco, nulo e quociente eleitoral. O corte do bolo de aniversário está marca do para as 14h.

“Nosso presente de 10 anos é a presença dos jundiaienses na festa”, afirma a coordenadora de Eventos do Voto, Lívia Maria Siqueira. Ela explica que a ideia da cápsula do tempo surgiu depois de várias reflexões sobre a importância dos 10 anos do movimento. “É antes de tudo uma forma de interagir com nossos parceiros e um ‘presente’ para os integrantes do Voto em 2026, quando a cápsula deverá ser desenterrada”, explicou Lívia. Os objetos a serem inseridos na cápsula, segundo ela: fotos dos atuais voluntários e das ações do Voto, uma carta do movimento 2016 redigida para o movimento 2026, os sonhos para Jundiaí para os próximos dez anos na visão de amigos e parceiros e jornal do dia 18 de setembro, além de exemplares da Ficha Pública.

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Os seis candidatos a prefeito de Jundiaí já estão nas ruas visitando pontos movimentados da cidade e conversando com os eleitores. Mas antes disso – três dias depois de liberada a campanha oficial –  eles se enfrentaram na primeira sabatina realizada no Município. No debate, promovido no último dia 18 pelo Movimento Voto Consciente Jundiaí e que lotou o auditório da Casa do Advogado, núcleo da OAB Jundiaí, os candidatos, em tom afiado, discutiram temas das respectivas campanhas ligados à área de cultura, transportes, educação, saúde, meio ambiente, agricultura e mobilidade urbana.

Dividida em dois blocos, a sabatina, acompanhada por mais de 200 pessoas, recebeu Íbis Cruz (PTC), Luiz Fernando Machado (PSDB), Marilena Negro (PT), Paulo Tafarello (PSOL), Pedro Bigardi (PSD) e Ricardo Benassi (PPS), que responderam perguntas feitas por entidades parceiras do Voto e também pela plateia. Uma ótima oportunidade, segundo os coordenadores do Voto, para analisar propostas para a cidade e para ajudar o cidadão na escolha consciente do voto nas eleições de outubro.

Ex prefeito de Jundiaí  Ibis Pereira, onde atuou entre 1973 e 1977, é lembrado pela criação de quatro grandes avenidas: a Nove de Julho, Imigrantes, 14 de dezembro  e Frederico Ozanan. Defendeu a criação de uma comissão de cultura quando perguntado sobre como oferecer suporte às leis de incentivo à área e deu uma tropeçada quando disse não estar a par das discussões em torno do Movimento Escola sem Partido, que afirma representar pais e estudantes contrários ao que chamam de “doutrinação ideológica” nas salas de aula brasileiras.

Plateia

Cutucões entre os prefeituráveis e discursos elaborados prevaleceram na sabatina, em que uma agitada plateia, formada por apoiadores, assessores e pessoas do meio político, foi criticada pelos candidatos. Em meio a esse clima o tucano Luiz Fernando Machado ressaltou a importância da responsabilidade da prefeitura sobre a primeira infância ao ser questionado  sobre educação. “Pretendo governar oferecendo capacitação aos professores e fortalecendo nossa rede administrativa, que se encontra enfraquecida”, disse.

A candidata do PT, Marilena Negro, discorreu sobre seus planos para agricultura e economia solidária. “Esse processo (economia solidária) é transversal e vai investir no turismo, nas cooperativas e em tecnologia de campo”, afirmou. Para ressaltar: “Devemos produzir para a nossa própria cidade”. Paulo Tafarello, do PSOL, posicionou-se sobre meio ambiente ao ser chamado para comentar o tema. Ele defendeu a proteção integral da Serra do Japi já que, na sua opinião, o Plano Diretor Participativo elaborado pela Prefeitura e aprovado recentemente pela Câmara Municipal, não prevê essa defesa como um todo.

Tafarello disse considerar também que a prefeitura tem cargos de comissão em excesso e em coordenadorias com pouca atividade. No que foi rebatido pelo prefeito Pedro Bigardi, candidato à reeleição pelo PSD. “Você está equivocado”, disse, referindo-se a Tafarello. “Graças ao projeto de uma comissionada trouxemos a Estação da Juventude ao Complexo Fepasa”. Bigardi falou também sobre o plano cicloviário de sua plataforma de governo, agora calcado nas diretrizes do novo Plano Diretor.

Já Ricardo Benassi (PPS) afirmou que seu plano de metas prevê a valorização do patrimônio histórico e cultural de Jundiaí, defendendo a isenção fiscal. Não sem antes, ao dar conta que tinha tempo de sobra para finalizar uma de suas respostas, arrancar risos dos presentes ao pedir votos anunciando seu número de candidato. Para Benassi ainda há déficit habitacional na cidade e, por isso, vê com bons olhos a possibilidade de se construir imóveis com responsabilidade. Na fase de réplicas e tréplicas da sabatina os candidatos debateram ainda soluções para os problemas relacionados ao Hospital São Vicente de Paulo e sobre a possibilidade de impedir a venda, pelo governo do Estado, da área do Instituto Agronômico de Campinas (IAC) de Jundiaí, o Centro de Engenharia e Automação (CEA).

unnamedO Movimento Voto Consciente Jundiaí realizará nos dias 18 e 19 de agosto, às 19h, no auditório da OAB, localizado na rua Rangel Pestana, 636, Centro, sabatinas para candidatos(a) a prefeito(a) e para diretores(as) de partidos, que irão lançar candidatos(as) a vereador(a).

As sabatinas serão abertas ao público e os(as) candidatos(as) irão responder perguntas feitas pelo MVC e por entidades de Jundiaí, incluindo escolas. Para candidatos(a) a prefeito(a) será possível a participação da plateia na elaboração de perguntas, que deverão ser formuladas e entregues aos voluntários do Movimento durante o evento. Tais perguntas também passarão por uma triagem prévia pelos mesmos.

As sabatinas serão um momento importante para analisar propostas para a cidade e ajudar o cidadão na escolha consciente do voto nas eleições de outubro.

Confira as regras das sabatinas 2016:

CANDIDATOS(A) A PREFEITO(A)

Com o envio prévio das regras da sabatina, procuramos cumprir com o princípio da publicidade, e também requerer aos participantes o respeito aos moldes formulados, especialmente no que se refere ao tempo determinado para respostas, réplicas e tréplicas.

A Sabatina será divida em 2 momentos:

#1: PERGUNTAS DOS PARCEIROS
Nesta etapa, cada candidato responderá a duas perguntas, que foram previamente formuladas pelos parceiros do MVC.

A ordenação dos candidatos para a resposta será conforme a ordem alfabética, tendo como referência o nome de batismo de cada candidato.

Determinada a ordem de resposta, será sorteada uma pergunta, e o candidato da vez terá 3 minutos para respondê-la.

Uma vez tendo todos os candidatos respondido às respectivas perguntas que lhe foram sorteadas, o ciclo recomeçará, de forma que cada candidato responderá a 2 perguntas.

Desta forma, procuramos promover a paridade de oportunidades para cada candidato. Informamos que essas perguntas não serão divulgadas previamente aos candidatos.

Previsão de duração: aproximadamente 60 minutos.

#2: PERGUNTAS DA PLATEIA

Nesta etapa, os candidatos responderão às perguntas formuladas pela plateia.
O cidadão formulará uma pergunta de seu interesse, indicando qual candidato deseja que a responda, e um segundo candidato que deseja que faça uma réplica à resposta do primeiro.

O candidato indicado para responder terá 2 minutos, ao passo que o candidato indicado para replicar terá outros 2 minutos; após, o candidato indicado para responder a pergunta terá 1 minuto para tréplica (se desejar)

O candidato indicado para realizar a réplica não deve usar tal oportunidade para também responder à pergunta formulada pelo cidadão; deve se manifestar sobre a resposta do outro candidato.

As perguntas deverão ser formuladas e entregues aos voluntários do MVC durante o evento. Ainda assim, tais perguntas passarão por triagem prévia, que será feita pelos voluntários do Movimento Voto Consciente e poderão sofrer adequações, caso contenham qualquer teor político partidário que configure propaganda eleitoral de candidatos presentes à sabatina, ou conteúdos que façam alusão a feitos que contrariam a Constituição, o princípio democrático de direitos, bem como o respeito ao estado laico.

Nesta etapa não haverá quantidade mínima ou máxima de perguntas, mas será observado o tempo destacado para sua ocorrência: 60 minutos.

PRESIDENTES DE PARTIDOS

Com o envio prévio das regras da sabatina, procuramos cumprir com o princípio da publicidade, e também requerer aos participantes o respeito aos moldes formulados, especialmente no que se refere ao tempo determinado para respostas, réplicas e/ou tréplicas.

A sabatina será composta por duas perguntas, que todos os presidentes de partido deverão responder.

A ordenação dos candidatos para a resposta será conforme a ordem alfabética, tendo como referência o nome de batismo de cada participante.

Determinada a ordem de resposta, o representante da vez terá 3 minutos para responder a primeira pergunta (a respeito do Programa de Metas Legislativas).

Uma vez tendo todos os representantes respondido à primeira pergunta, o ciclo recomeçará para que respondão à segunda pergunta (sobre a duração das suspensões das sessões ordinárias).

Desta forma, procuramos promover a paridade de oportunidades para cada candidato. Previsão de duração: aproximadamente 60 minutos.

1) Em 2012, o MVC indagou aos presidentes dos partidos políticos que participariam do pleito eleitoral lançando candidatos a vereador se eles se comprometeriam com a implementação do documento chamado “Programa de Metas Legislativas” (https://goo.gl/YyTptO). Dentre todas (onze, no total), quatro ainda não foram abordadas pelos representantes do legislativo municipal no sentido de serem estudadas e implementadas.
Portanto, tendo em vista o supra relatado, questionamos: caso o seu partido tenha cadeiras na Câmara dos Vereadores para o mandato de 2017-2020, o Sr., em nome do partido que preside, compromete-se com a implementação das quatro metas legislativas constantes do documento “Programa de Metas Legislativas”, que ainda não foram iniciadas?

2) Conforme levantamento feito pelo MVC, de fevereiro a julho deste ano (2016), ocorreram vinte e quatro sessões ordinárias e em absolutamente todas houve interrupções. Os motivos das paralisações são diversos e vão desde homenagens a pessoas e entidades, até recepção a grupos com interesses específicos, que comparecem à Câmara sem prévio aviso, forçando interrupções. Na média, as sessões tiveram uma hora e dez minutos de suspensão. Percentualmente, em 2014 e 2015 as sessões permaneceram suspensas cerca de 27% e 26%, respectivamente, do tempo regimental. Em 2016, no período supra relatado, o percentual já havia subido para 33%. As longas suspensões contribuem para a evasão do público que acompanha a sessão. Também de acordo com levantamentos do MVC, o esvaziamento da plateia se dá após 30 minutos de suspensão, em média.
Portanto, tendo em vista todo o supra relatado, questionamos: Caso o seu partido tenha cadeiras na Câmara dos Vereadores para o mandato de 2017-2020, o Sr., como presidente do partido, compromete-se a implementar regulamentação interna que determine que suspensões das sessões ordinárias superiores a 30 minutos devam ser previamente agendadas (e constar da pauta, divulgada no site institucional na internet) e justificadas?