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Câmara de Jundiaí entra em atrito com Movimento Voto Consciente

Publicada em 13/05/2009 às 21:03 | por Voto Consciente Jundiai


Terça-feira, 12 de maio de 2009 19:23
Presidente do Legislativo exige estatuto social da organização para voltar a passar as informações solicitadas

Gustavo Beraldi

Agência BOM DIA

Se depender da Câmara de Jundiaí, o Movimento Voto Consciente não terá mais as informações que solicitar aos vereadores enquanto não apresentar seu estatuto social.

Essa foi a decisão tomada pelo presidente do Legislativo, José Galvão, o Tico (PSDB), desde a última solicitação feita pela entidade: cópias de todos os projetos e todas as atas das sessões do segundo semestre de 2008.

As informações serviriam para a conclusão de um ranking dos vereadores. “Ranking para mim se chama eleição”, enfatizou, durante a sessão desta terça-feira.

Segundo Tico, a forma como o movimento vem conduzindo seus trabalhos é tendenciosa politicamente. “Da forma como eles estão nos expondo é inadmissível”, reclamou.

Ele lembra que qualquer cidadão tem o direito de requisitar informações, desde que se responsabilize do uso que fará das mesmas.

O presidente do Movimento do Voto Consciente, Henrique Parra Filho, afirma que a entidade é registrada como uma Oscip (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público). “Somos um núcleo e temos que prestar contas a São Paulo.”

Conforme ele, a entidade apresentou os documentos à então presidente da Câmara, Ana Tonelli, em 2006.

“Voltaram a requisitar o estatuto, mas como as informações continuaram sendo fornecidas, pensamos que o caso havia sido resolvido.”

Henrique afirma que os documentos serão reapresentados em breve. Ele salienta ainda que os voluntários são proibidos de serem filiados a partidos. O BOM DIA apurou que a Oscip está registrada desde 14 de dezembro de 2006, em endereço de São Paulo.

fonte: BOMDIA

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6 respostas para “Câmara de Jundiaí entra em atrito com Movimento Voto Consciente”

  1. Avatar Henrique Parra Parra Filho disse:

    3 comentários no site do BOMDIA:

    quarta-feira, 13 de maio de 2009
    DEMOCRACIA. Para o PSDB, é só uma palavra que faz parte da sigla.
    Antonio Carlos

    quarta-feira, 13 de maio de 2009
    Quem pretende manter o dedo em riste apontando falhas, desvios, incongruências e desmandos não pode se apresentar com falhas, desvios, incongruências e desmandos. Estou favoável ao presidente da Câmara Municipal, vereador Tico, em exigir do Movimento Voto Consciente seu estatuto como forma de continuar a fornecer os documentos para análise. O vereador está cumprindo com seu dever de ofício, cobrando responsabilidade, deveria ser apludido pela ONG
    Vanderlei Vieira

    terça-feira, 12 de maio de 2009
    Pergunta aos vereradores Leandro e Gustavo: E as multas? Resolveu o problema ou foi até o fotografo ir embora? Cadê os projetos???
    Antonio Carlos

  2. Avatar Bernardo Vianna disse:

    os documentos q vcs pediram deveriam estar disponíveis para todos sem restrições… inclusive disponíveis pela internet… aliás, isso não seria uma má idéia…

  3. Avatar Bernardo Vianna disse:

    DEMOCRACIA. Para o PSDB, é só uma palavra que faz parte da sigla. [2]

  4. Avatar Anonymous disse:

    José Augusto de Oliveira Camargo – Presidente
    Sindicato dos Jornalistas no Estado de São Paulo

    Carta aberta aos jundiaienses

    Os jornalistas que fazem o Jornal da Cidade, em Jundiaí, estão em greve porque não foram pagos os salários do mês passado. Sem contar que há quatro meses os trabalhadores não recebem as cestas básicas, conforme estabelece o acordo com o Sindicato. Quando saem em férias, os jornalistas também não recebem os salários. A editora não deposita o FGTS e, como se não bastasse, as condições para o trabalho diário são as piores possíveis.
    Por isso, comunicamos aos cidadãos que, devido a este descalabro, os jornalistas foram obrigados a apelar para o recurso da greve, única forma encontrada para garantir os nossos direitos trabalhistas.
    A situação é caótica, mas em momento algum os jornalistas faltaram com o dever de garantir informações adequadas à população de Jundiaí. Nos empenhamos para mostrar nosso trabalho com profissionalismo, mas em condições tão ruins não podemos garantir um resultado de qualidade. O jornal continua sendo feito – de forma precária – por poucos profissionais que fugiram ao compromisso de paralisação assumido junto aos seus colegas.
    Contamos com a compreensão e a solidariedade do povo de Jundiaí e garantimos que imediatamente depois de as irregularidades serem sanadas o Jornal da Cidade voltará a ser o veículo de comunicação que desejamos e uma fonte séria de informação para o cidadão.

    Jornalistas do Jornal da Cidade

  5. Avatar Anonymous disse:

    Jornal MURAL, do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo
    Edição número 1000 – 12/5/2009

    JORNAL DA CIDADE ATRASA SALÁRIOS DE TRABALHADORES

    Os jornalistas do Jornal da Cidade, em Jundiaí, depois de uma assembléia realizada na segunda feira-passada, dia 11/5, optaram por manter a greve por tempo indeterminado. Não foram depositados os salários do mês passado, nem os quatro vales-compra do Supermercado Boa, no valor de R$ 107,00 cada, em descumprimento do acordo feito com o Sindicato.
    A paralisação começou sexta-feira (8/5), às 16 horas. O jornal está sendo feito por cindo dos 16 jornalistas e o Sindicato dos Jornalistas ajuizou o dissídio de greve no TRT de Campinas.
    A situação complicada do Jornal da Cidade se arrasta há algum tempo. Em abril de 2007, os jornalistas foram surpreendidos com a notícia de que teriam de abandonar o trabalho. O motivo era uma ação de despejo contra a empresa por falta de pagamento de aluguel. Depois de muita negociação, o dono do imóvel cedeu e permitiu que a redação ficasse no local até o final do mês. A redação mudou de endereço depois, mas os problemas continuaram. Os salários dos jornalistas, gráficos e funcionários administrativos, já naquela época, atrasavam constantemente, o que obrigou o SJSP a solicitar uma Mesa Redonda no Ministério Público do Trabalho, em Campinas, para discutir as dívidas da editora com os trabalhadores.
    Em março de 2008 os gráficos do jornal entraram em greve. Eles reclamavam de problemas com o banco de horas e alegavam que havia trabalhadores que acumulavam, ao longo do ano, até 700 horas horas-extras sem pagamento.

    Situação insustentável

    Naquela ocasião, a redação do jornal não parou, mas os problemas eram semelhantes aos dos gráficos, como acúmulo de horas-extras não pagas e profissionais executando funções para as quais não estavam contratados.
    A situação fez com que os jornalistas entrassem em estado de greve várias vezes, mas não chegando a consumar a paralisação – o que se tornou inevitável agora. “Os jornalistas estavam esgotados, foram obrigados a tomar esta decisão”, declarou José Aparecido dos Santos, diretor do Sindicato em Jundiaí.
    As condições de trabalho foram se deteriorando dia a dia. O carro para reportagem vive com problemas, os computadores são antigos e não têm manutenção adequada, os repórteres precisam se virar com apenas três linhas telefônicas. O mobiliário da redação é antigo e inadequado, as pessoas se queixam de dores e desconforto. Na fotografia, há apenas três câmeras e elas estão sempre precisando de conserto, dizem os grevistas. “Fica difícil trabalhar assim, sem condições mínimas”, afirmou José Aparecido dos Santos. Pior ainda sem receber o salário.

  6. Avatar Anonymous disse:

    O pior Presidente que a Cãmara Municipal de Jundiaí poderia ter. Este embate com a imprensa e a ONG MVC é de uma falta de esperteza Segundo Howard Gardner, não existe ninguém BURRO apenas pessoas que não tiveram a oportunidade de desenvolver alguns centros de inteligência. A que falta em alguns politícos de Jundiaí é o centro de inteligência Intra e inter pessoal mal desenvolvidos. Mas o que sabem fazer é ameaçar o cidadão jundiaiense e se lixar para seus eleitores.

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