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Em uma semana, Miguel Haddad nomeia 15 comissionados

Publicada em 10/01/2009 às 23:01 | por Voto Consciente Jundiai

Sábado, 10 de janeiro de 2009 1:48:00
Entre as contratações está a do presidente do PMDB, agora ‘promovido’

Julianna Granjeia

Mesmo sem ter montado todo seu secretariado, o prefeito Miguel Haddad (PSDB) já fez, na primeira semana de governo, 15 nomeações para cargos de comissão. A publicação foi feita em duas edições da “Imprensa Oficial”.

Entre as nomeações está a do presidente do PMDB, Armando Fadigatti, que já tinha um cargo de comissão na gestão de Ary Fossen (PSDB). “Eu era um diretor administrativo da Secretaria de Serviços Públicos, um degrau menor. Agora fui nomeado diretor técnico e ficarei responsável pela Zona Leste”, explicou Fadigatti.

A maioria dos nomeados farão parte do quadro CC-3, cujo salário é de R$ 4.057,87.

A ex-superintendente da Fumas (Fundação Municipal de Ação Social), Solange Marques, que é concursada como procuradora jurídica da prefeitura, continua no órgão. Ela foi nomeada como diretora.

O secretário da Casa Civil, Juca Rodrigues, diz que são nomeações essenciais.

Prefeito pede enxugamento responsável
Roberta de Sá

O secretário de Finanças, José Antônio Parimoschi, diz que o prefeito Miguel Haddad pede cautela e qualidade do gasto “para fazer o dinheiro público render”.

A recomendação foi dada devido à crise mundial que pode afetar a arrecadação de 2009. O Orçamento previsto para este ano é de R$ 914 milhões.

“Como não dá para prever o quanto podemos perder e temos um cenário que não é claro, teremos que ter cautela na gestão dos recursos”, diz.

Segundo Parimoschi, as secretarias precisarão eleger prioridades e serem racionais aos definir os projetos que terão que vão tocar. “Não há uma determinação de corte aqui ou ali”, afirma o secretário.

A área social e os serviços públicos essenciais, no entanto, serão preservados, independente das perdas que a prefeitura possa ter com a redução na arrecadação de impostos, ocasionada por uma eventual diminuição de produção e vendas.

Servidores
A redução na contratação de comissionados para a prefeitura, contudo, não foi discutida. “É uma decisão política e o governo está se informando”, diz.

O ex-prefeito Ary Fossen (PSDB) exonerou 815 servidores. Desses, 479 estavam alocados na prefeitura e o gasto com eles foram incluídos na formulação do Orçamento 2009.

“É prematuro dizer que todas as vagas serão preenchidas. Depende muito dos secretários falarem quantos pessoas vão precisar”, diz.

Para este primeiro ano da gestão de Miguel Haddad, 37,3% do Orçamento, cerca de R$ 340,4 milhões, vai para o pagamento de salários e encargos trabalhistas. O valor é 15,4% maior do que o destinado em 2008.Mesmo sem ter montado todo seu secretariado, o prefeito Miguel Haddad (PSDB) já fez, na primeira semana de governo, 15 nomeações para cargos de comissão. A publicação foi feita em duas edições da “Imprensa Oficial”.

Entre as nomeações está a do presidente do PMDB, Armando Fadigatti, que já tinha um cargo de comissão na gestão de Ary Fossen (PSDB). “Eu era um diretor administrativo da Secretaria de Serviços Públicos, um degrau menor. Agora fui nomeado diretor técnico e ficarei responsável pela Zona Leste”, explicou Fadigatti.

A maioria dos nomeados farão parte do quadro CC-3, cujo salário é de R$ 4.057,87.

A ex-superintendente da Fumas (Fundação Municipal de Ação Social), Solange Marques, que é concursada como procuradora jurídica da prefeitura, continua no órgão. Ela foi nomeada como diretora.

O secretário da Casa Civil, Juca Rodrigues, diz que são nomeações essenciais.

Prefeito pede enxugamento responsável
Roberta de Sá

O secretário de Finanças, José Antônio Parimoschi, diz que o prefeito Miguel Haddad pede cautela e qualidade do gasto “para fazer o dinheiro público render”.

A recomendação foi dada devido à crise mundial que pode afetar a arrecadação de 2009. O Orçamento previsto para este ano é de R$ 914 milhões.

“Como não dá para prever o quanto podemos perder e temos um cenário que não é claro, teremos que ter cautela na gestão dos recursos”, diz.

Segundo Parimoschi, as secretarias precisarão eleger prioridades e serem racionais aos definir os projetos que terão que vão tocar. “Não há uma determinação de corte aqui ou ali”, afirma o secretário.

A área social e os serviços públicos essenciais, no entanto, serão preservados, independente das perdas que a prefeitura possa ter com a redução na arrecadação de impostos, ocasionada por uma eventual diminuição de produção e vendas.

Servidores
A redução na contratação de comissionados para a prefeitura, contudo, não foi discutida. “É uma decisão política e o governo está se informando”, diz.

O ex-prefeito Ary Fossen (PSDB) exonerou 815 servidores. Desses, 479 estavam alocados na prefeitura e o gasto com eles foram incluídos na formulação do Orçamento 2009.

“É prematuro dizer que todas as vagas serão preenchidas. Depende muito dos secretários falarem quantos pessoas vão precisar”, diz.

Para este primeiro ano da gestão de Miguel Haddad, 37,3% do Orçamento, cerca de R$ 340,4 milhões, vai para o pagamento de salários e encargos trabalhistas. O valor é 15,4% maior do que o destinado em 2008.

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