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Programa de metas será ´geral´ / PCCR será finalizado em 2009

Publicada em 02/04/2009 às 21:27 | por Voto Consciente Jundiai

GESTÃO DE PESSOAS

29/3/2009

ALEXANDRE MARTINS MIGRAÇÃO 'O processo aqui requer uma observância de cada passo com muita cautela', compara o secretário Umberto Rossi

MIGRAÇÃO ‘O processo aqui requer uma observância de cada passo com muita cautela’, compara o secretário Umberto Rossi

O novo secretário de Recursos Humanos (RH) da Prefeitura de Jundiaí saiu da iniciativa privada. Carlos Umberto Rossi, 54 anos, teve passagem pela Companhia Siderúrgica Paulista (Cosipa), mas, a maioria dos seus 35 anos de experiência profissional em RH foi em empresas como Grupo Ripasa, Companhia Melhoramentos e Grupo Jandaia. Até o ano passado, ele ocupava a função de gerente de RH da empresa Astra. Casado e com dois filhos, Rossi afirma não ter filiação partidária, “apenas simpatia”.

O novo titular do RH da Prefeitura afirma que já avalia desempenhos e performances dos funcionários públicos desde o seu primeiro dia de trabalho. Manter os funcionários empolgados para o trabalho no Paço Municipal e autarquias é o principal foco do discurso de Umberto Rossi. O estigma de que todo funcionário público é acomodado, segundo o secretário, já foi superado logo nos primeiros meses de trabalho. “Internamente não é como as pessoas pintam de fora.”

JJ Regional – Como administrar a falta de capacitação técnica de alguns funcionários que, porventura, sejam aprovados em concursos públicos?
Carlos Umberto Rossi – O treinamento em qualquer atividade, seja na área de funcionalismo, ou no segmento privado, é sempre necessário e importante. O que acontece em muitos casos é que a via de acesso “concurso” tem um tratamento genérico e depois há um requisito de especificidade dentro da área. Por exemplo, uma vaga pode exigir o curso de engenheiro civil, mas a pessoa precisa ser especialista em cálculo e às vezes não é. Então, eventualmente tem que se aplicar algum reforço, algum treinamento para poder exercer mais adequadamente essa função. Há várias formas de fazer esse treinamento: no local de trabalho interno com uma consultoria ou treinamento externo.

JJ – Logo que o senhor assumiu a pasta, afirmava que faria uma avaliação sobre os funcionários públicos. Já deu tempo para fazer alguma conclusão?
Rossi – Está começando a ficar claro como é que a coisa acontece. O desempenho das pessoas depende fundamentalmente dos objetivos que você traça para o trabalho. Mas, as pessoas estão comprometidas com o trabalho. Você nota isso. As pessoas estão vinculadas ao município, têm dedicação, trabalham, têm vontade de fazer. Um pouco deste estigma que existe sobre o funcionalismo acho que depende de nós mesmos fazer uma mudança nessa roupagem aparente. Estou confortável em falar isso, porque como venho de um mercado privado, a gente começa a ver que internamente não é como as outras pessoas pintam de fora. É um trabalho tão nobre quanto outros, tem muita gente dedicada, muita gente comprometida e querendo fazer o melhor.

JJ – Como conseguir este comprometimento diante de possíveis profissionais desmotivados?
Rossi – Se você tem um objetivo, um propósito legal, metas, essas pessoas partilham, pois você consegue dividir essas metas com a equipe, isso conta, todo mundo fica com vontade de trabalhar. Quando você discute as coisas com a equipe, você que o olho brilha. Depende muito de como se vai administrando e gerindo.

JJ – Quando o Miguel Haddad assumiu a Prefeitura, afirmou que traçaria metas e cobraria isso dos secretários. É possível se fazer isso em todos os níveis hierárquicos do executivo?
Rossi – Com certeza. Quando você estabelece um programa de trabalho, um plano de ação, há desdobramentos disso para que as coisas aconteçam. De um grande objetivo, você divide por metas para cada membro da estrutura e do grupo de trabalho. Para se chegar aos objetivos existem “n” passos para serem dados e esses passos são dados por vários grupos e várias pessoas. Não há um trabalho isolado.

JJ – Quais as principais diferenças que o senhor está encontrando na atuação após migrar da área privada o setor público?
Rossi – A principal diferença é a metodologia de trabalho. O processo aqui requer uma observância de cada passo com muito mais cautela. Tem sempre uma legislação para você produzir determinado efeito, para gerar determinada situação. No setor privado não tem isso. Aqui acaba tendo um formalismo maior, não da Prefeitura. O Estado brasileiro funciona assim. A dinâmica é muito mais cautelosa, muito mais rigorosa.

THIAGO GODINHO

fonte: JJ
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SEGUNDA FASE

29/3/2009

O Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR) da Prefeitura de Jundiaí foi desenvolvido no ano retrasado. O início da implantação aconteceu em 2008. Este ano, começa a fase de ajustes. “O PCCR carece de algumas revisões. Existem demandas de alguns grupos de cargos que nós estamos dividindo com a área financeira uma análise para os próximos anos. Estamos mexendo nisso nesse ano com carinho”, garante o secretário de Recursos Humanos, Carlos Umberto Rossi.

O contingente de funcionários atingidos pela medida é de aproximadamente 5 mil pessoas. “Requer uma avaliação crítica e técnica muito forte.” Ele definiu como “muito boa” sua relação com o sindicato dos Servidores Públicos Municipais. Ele participou de reunião, na última sexta-feira, com a presidente da entidade, Eleni Fávaro.

“Provavelmente nessa semana já teremos uma novidade com relação à revisão salarial do funcionalismo.” O pedido do funcionalismo é pelo reajuste de 8% mais aumento de R$ 50 no cartão-alimentação.

fonte: JJ

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