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Voto Consciente vai lançar série de artigos sobre crack

Publicada em 26/01/2012 às 11:51 | por Voto Consciente Jundiai

O Voto Consciente vem acompanhando o crescente debate sobre drogas, cidadania e, em especial, a necessidade de políticas públicas que dialoguem com o problema da drogadição e do crack nas cidades brasileiras. Para contribuir com o aprofundamento deste debate em Jundiaí, vamos nos esforçar buscando informações relevantes, repercutir as matérias realizadas pelos jornais de nossa cidade, entrevistar agentes políticos e produzir alguns artigos sobre o tema.

> Manifesto sobre as Drogas
> Análise das Políticas sobre Drogas
> Uso das drogas pela humanidade: perspectiva histórica

 

Começamos esta série com um vídeo do Conselho Federal de Psicologia. O vídeo é curto, mas bastante amplo e serve como instrumento para que as psicólogas e os psicólogos possam discutir com profundidade o assunto. Vamos repercutir!

Série Drogas e Cidadania em Jundiaí

[youtube]https://www.youtube.com/watch?v=usLDzJbhdgo&feature=player_embedded[/youtube]

Voto Consciente Jundiai

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2 respostas para “Voto Consciente vai lançar série de artigos sobre crack”

  1. Avatar Helena Cristina disse:

    Recentemente, o Poder Público mostra, mais uma vez, despreparo na abordagem do assunto, que consta na agenda de muitos outros países há décadas e alguns com resultados exitosos, como no caso da Alemanha. Por aqui, a novidade é o lançamento do programa de governo “Crack, é possível vencer”, que preconiza a parceria entre os vários entes federativos, atuação da Assistência Social em parceria com o SUS, e a aproximação entre as polícias, no combate ao tráfico e com a troca de informações. Nesse programa são citadas ações que já existem ou deveriam existir, como CAPS, internações psiquiátricas e de usuários de drogas ilícitas nos hospitais gerais, atendimento aos usuários de álcool, e que funcionam precariamente, com as gestões municipais fragilizando programas estruturados pelo Ministério da Saúde. Há estratégias questionáveis no novo programa, como o Consultório de Rua, que se junta a um rol de ações complexas e com orçamento de R$ 4 bilhões a serem utilizados até 2014. Cabe agora o controle social, com os conselheiros e a participação popular, acompanhar e exigir resultados.

    http://www.brasil.gov.br/enfrentandoocrack/plano-integrado

  2. Avatar Saulo Silva disse:

    “Que levem todos para uma ilha deserta, e por lá se virem!”. Essas foram as palavras de um conhecido meu, porteiro, mais de 60 anos, fumante. A solução sugerida partiu de uma discussão proveniente da observação de “flanelinhas”, que entre moedas, sinalizações e portas na cara se refrescavam com doses quentes do sedativo.
    A mendicância por inúmeras vezes esteve ligada, e vice-versa, ao consumo de drogas, lícitas ou não. O exato ponto sobre qual seria o primeiro passo desta jornada ainda nos é indecifrável, visto que as poucas condições lúcidas dos protagonistas destas histórias impossibilitam-nas de serem explicitadas, do ponto de vista daquele que talvez mais teria direito e capacidade de contá-la.
    Como nos conta a história, todas as sociedades permitem-se o uso de alguma substância alucinógena, viciantes ou não, diferentes ou comuns de outras sociedades. A partir deste ponto é possível refletirmos se há uma necessidade ou uma terrível imposição dos poderosos de todas nações de entorpecer a mente de seus concidadãos, de modo que assim, uma possível manipulação de votos, opiniões e expressões se tornaria mais fácil e a pretensão nefasta totalmente plausível.
    Enquanto brasileiros, por lei, nos é permitido desfrutar os deleites oferecidos pelo álcool e tabaco. Qualquer outra substância que não essas, capaz de tirar o ser de seu inicial estado mental e psicológico, é considerada proibida. Recentemente observamos a pretensão de um determinado governador do Rio grande do Sul de inserir na cesta básica uma garrafa de cachaça. Conveniência, imposição, dominação ou busca por simpatia? Será que em tempos futuros, caso alguma outra droga venha a ser legalizada em terras brasileiras, ela poderá ser também cogitada a entrar na lista de “alimentos” básicos ao brasileiro?
    No cerne político a maioria das discussões até então travadas, não passaram de panfletagem barata, impressa em gráficas de péssima qualidade. Claro que existe uma pequena parcela capaz de discutir o assunto com mais discernimento, entretanto esta é ofuscada por estrelas ou animais em extinção. Algo em pauta urgente há décadas, que some vez ou outra e reaparece sob um sinal de fumaça preta, é o temível problema do crack. Voltando ao primeiro parágrafo desta ideia, se é que você como leitor teve o interesse de lê-la por inteira, apenas falávamos de álcool. E a solução sugerida pelo nosso caro porteiro foi simples e direta. É com grande pesar que não foi esta a única pessoa que me dirigiu esta solução ou então outras próximas. Acredito que muito assim o pensam, mas como já também expus acima, a balança pesa para algum lado, mas sim, há o outro lado. Existem pessoas capazes de reflexões acerca do assunto, fora dos radicalismos e medidas provisórias, que apenas conquistam votos e jogam dinheiro fora.

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